Domingo, 13 de Abril de 2008

A Lebre e a Tartaruga

Disse-me alguém, dessas que sempre têm tanto a ensinar, dessas que realmente valem à pena ouvir, que podemos encaixar as pessoas em dois tipos, basicamente: as que escutam por aí de como as pessoas são e as que inventam como devem ser e/ou como gostariam que fosse. Ao mesmo tempo em que algumas estão sempre à procura de “novidades”, tentando achar algo para inventar comentar, outras pensam e/ou escrevem. E ficam de mau-humor?

Entretanto, estes, os que têm tanto a ensinar, os que realmente valem à pena ouvir, em geral, têm um problema: deixam-nos pensando em círculos por muitos dias. Exigem que você coloque-se em corrida com a tartaruga até que consigamos compreender que em muitas ocasiões não é preciso ultrapassar a tartaruga. Podemos, às vezes, nos dar o luxo de fazermos como a lebre, deitar e dormir.

3 pessoa (s) se importando com isso!:

M. C. disse...

Veja bem, Sr. Lebre:
O Sr. pode até dormir, mas eu? Eu tenho que correr muito, mas muito para alcançá-lo.
Como uma boa tartaruga.

Ultrapassar uma tartaruga? Só se ela tiver parentesco com as falácias (os passarinhos): ela pode parecer estar na frente, mas se estiver, de fato, é porque não está lá.

: *

Rafael disse...

Devagar se vai ao longe.

Camila disse...

Mas chega-se lá tarde demais...